INTUIR
Quando vou
pela cidade!
não careço...
de desculpas.
Basta-me que eu vá!
indo mesmo sem perceber...
pelas ruas estreitas,
largas e até nuas.
Qualquer que seja
o lugar que eu vá!
casas da minha cidade...
ruas d’onde te vejo
Tão estrema e suas,
por aonde que eu vá...
de repente me vejo
na tua rua.
Ah! Saudades...
em meu peito dilacera!
quando vou pela cidade,
indo sem entender.
Vejo-te tão linda,
casas da minha cidade...
por aonde que eu vá...
saudades tuas!
(poema extraído da II Coletânea TEXTOS SELETOS - poesias, contos e crônica pela Editora Pensata Rio de Janeiro 2010)
Nenhum comentário:
Postar um comentário